Political Reform Act
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La Llei per a la Reforma Política (Llei 1/1977, de 4 de gener, per a la Reforma Política) va ser aprovada el 18 de novembre de 1976 per les Corts franquistes, rebent el suport de 435 dels 531 procuradors (81% a favor), i sotmesa a referèndum el 15 de desembre posterior, amb una participació del 77% del cens i un 94,17% de vots a favor. Tenia el caràcter de Llei Fonamental, sent l'última de les Lleis Fonamentals franquistes.
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La Ley para la Reforma Política —técnicamente, Ley 1/1977, de 4 de enero, para la Reforma Política— fue la ley española que permitió la eliminación de estructuras de la dictadura franquista desde un punto de vista jurídico. Aprobada el 18 de noviembre de 1976 por las Cortes franquistas, recibiendo el apoyo de 425 de los 531 procuradores, y sometida a referéndum el 15 de diciembre posterior, con una participación del 77 % del censo y un 94,17 % de votos a favor, tenía el carácter de ley fundamental, siendo la última de ellas.
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The Political Reform Act (Act 1/1977, of 4 January, for the Political Reform) was adopted on 18 November 1976, by the Spanish Parliament with the support of 435 out of 531 members (81% in favor) that formed the legislature, and submitted to a referendum with a participation of the 77,8% of the census and with 94,17% of the votes in favor. It had the status of Fundamental Law, being the last one of the Fundamental Laws of the Francoist State. The Spanish Constitution, which was signed by King Juan Carlos on 27 December 1978, repealed the Act on 29 December 1978, the day that the Constitution came into force.
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La loi pour la réforme politique (Ley para la Reforma Política) a été approuvée le 18 novembre 1976 par les Cortes Españolas et soumise à référendum le 15 décembre 1976. 77 % des inscrits ont pris part au vote et 94,17% des votants ont approuvé le texte. Approuvée par les parlementaires franquistes eux-mêmes, la loi impliquait la dissolution du régime et ouvrit la voie à la transition démocratique.
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A Lei para a Reforma Política (Lei 1/1977 de 4 de Janeiro) foi aprovada a 18 de Novembro de 1976 pelas Cortes Generales e submetida a referendum a 15 de Dezembro de 1976, com uma participação de 77% do censo e 94,17% de votos a favor. Tinha o caráter de Lei Fundamental, sendo a última das Leis Fundamentais do Reino do franquismo, e permitiria uma transição sem ruptura com o regime anterior.
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Llei per a la Reforma Política
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Ley para la Reforma Política
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Loi pour la réforme politique
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Political Reform Act
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Lei para a Reforma Política (Espanha)
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1976-11-18
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10
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Political Reform Act
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repealed
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1978-12-29
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1977-01-05
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La Llei per a la Reforma Política (Llei 1/1977, de 4 de gener, per a la Reforma Política) va ser aprovada el 18 de novembre de 1976 per les Corts franquistes, rebent el suport de 435 dels 531 procuradors (81% a favor), i sotmesa a referèndum el 15 de desembre posterior, amb una participació del 77% del cens i un 94,17% de vots a favor. Tenia el caràcter de Llei Fonamental, sent l'última de les Lleis Fonamentals franquistes.
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La Ley para la Reforma Política —técnicamente, Ley 1/1977, de 4 de enero, para la Reforma Política— fue la ley española que permitió la eliminación de estructuras de la dictadura franquista desde un punto de vista jurídico. Aprobada el 18 de noviembre de 1976 por las Cortes franquistas, recibiendo el apoyo de 425 de los 531 procuradores, y sometida a referéndum el 15 de diciembre posterior, con una participación del 77 % del censo y un 94,17 % de votos a favor, tenía el carácter de ley fundamental, siendo la última de ellas.
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The Political Reform Act (Act 1/1977, of 4 January, for the Political Reform) was adopted on 18 November 1976, by the Spanish Parliament with the support of 435 out of 531 members (81% in favor) that formed the legislature, and submitted to a referendum with a participation of the 77,8% of the census and with 94,17% of the votes in favor. It had the status of Fundamental Law, being the last one of the Fundamental Laws of the Francoist State. The Spanish Constitution, which was signed by King Juan Carlos on 27 December 1978, repealed the Act on 29 December 1978, the day that the Constitution came into force.
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La loi pour la réforme politique (Ley para la Reforma Política) a été approuvée le 18 novembre 1976 par les Cortes Españolas et soumise à référendum le 15 décembre 1976. 77 % des inscrits ont pris part au vote et 94,17% des votants ont approuvé le texte. Approuvée par les parlementaires franquistes eux-mêmes, la loi impliquait la dissolution du régime et ouvrit la voie à la transition démocratique. La loi pour la réforme politique a été l'instrument qui a permis de mettre en place la transition démocratique qui a fait passer l'Espagne du régime autoritaire du Général Franco (une dictature militaire issue de la Guerre Civile) à un système constitutionnel démocratique (une monarchie parlementaire) telle que définie par la Constitution espagnole de 1978 après les élections générales de 1977.
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A Lei para a Reforma Política (Lei 1/1977 de 4 de Janeiro) foi aprovada a 18 de Novembro de 1976 pelas Cortes Generales e submetida a referendum a 15 de Dezembro de 1976, com uma participação de 77% do censo e 94,17% de votos a favor. Tinha o caráter de Lei Fundamental, sendo a última das Leis Fundamentais do Reino do franquismo, e permitiria uma transição sem ruptura com o regime anterior. De fato, a Lei para a Reforma Política foi o instrumento jurídico que permitiu articular a chamada Transição Espanhola, do regime autoritário do General Franco (uma ditadura militar que provinha da Guerra Civil Espanhola) para um sistema constitucional democrático (uma monarquia parlamentar, tal como foi definida pela Constituição espanhola de 1978, após as eleições gerais de 1977). A origem desta transcendental lei encontra-se no vigente regime legal em 1975. Espanha era regida por um sistema normativo pseudo-constitucional que se encontrava nas Leis Fundamentais do Reino e nos Princípios Fundamentais do Movimento. Entre umas e outros seguravam o modelo de Estado franquista. Estes textos legais incluíam, além disso, os procedimentos para os emendar e/ou reformá-los. Esta foi a forma que recomendou Torcuato Fernández Miranda, presidente das Cortes e do Conselho do Reino para passar de um regime autoritário a outro de liberdades respeitando as leis vigentes. O Governo de Adolfo Suárez não encontrava uma fórmula viável para impulsionar a urgente reforma do sistema franquista, apesar dos esforços que realizaram Manuel Fraga e Alfonso Osório com projetos de reforma. O Presidente das Cortes, Torcuato Fernández Miranda, redigiu um breve texto que entregou a Adolfo Suárez. Esse documento tornar-se-ia na Lei para a Reforma Política que permitiria a Transição Espanhola para a democracia. Durante o processo de estudo e aprovação por parte do Conselho de Ministros retocam-se alguns detalhes e varia-se a exposição de motivos que, após o informe do Conselho Nacional do Movimento, e antes da sua apresentação às Cortes é, definitivamente suprimida. Após uma brilhante defesa do projeto por parte sobretudo de Fernando Suárez, bem como os diferentes e argumentados discursos na contra por parte de procuradores franquistas, o projeto foi submetida a votação a 18 de Novembro de 1976 com o resultado de 425 votos a favor, 59 votos contra e 13 abstenções. Esta votação e a conseqüente aprovação da Lei para a Reforma Política conhece-se como o "hara-kiri das Cortes franquistas".
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1977-01-04
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11157